Os valores e bens recuperados foram adquiridos pelos antigos proprietários – servidores públicos – por via da prática de actos ilícitos e fraudulentos, com destaque para a corrupção.
Segundo Sérgio Reis, o vice-Procurador Geral da República, admite que os activos recuperados continuam aquém do desejado, mas garantiu que o Ministério Pública vai empenhar esforços para reverter a favor do Estado valores e bens em posse alheia.
Citado pela RM, notou que apesar de o Gabinete Central de Recuperação de Activos ainda estar “numa fase embrionária” já alcançou “resultados tangíveis”.
“Temos estado a recuperar activos, mas reconhecemos que ainda estamos aquém daquilo que é desejável” admitiu.

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